A fábrica da vitamina D


Para um número cada vez maior de cientistas, a protagonista deste post merecia ser eleita a molécula do século no quesito longevidade. Depois de provar seu papel protetor aos ossos, ela acumula de tempos em tempos um novo potencial preventivo ou até terapêutico. De doenças car díacas a câncer, a impressão é que boa parte dos males crônicos tem menos probabilidade de aparecer quando os níveis da substância — que dentro do corpo trabalha como hormônio — estão em alta.


A fábrica da vitamina D



Saiba como o sol dá o empurrão necessário para o corpo produzi-la


1- Uma substância chamada 7-dehidrocolesterol, derivada do colesterol, está presente na epiderme, a camada externa da pele. Durante a exposição solar, os raios ultravioleta B são absorvidos e transformam a substância na molécula pré-vitamina D3.


2- Com o calor do corpo, ocorre uma alteração química nessa molécula, que se converte em vitamina D3. A partir daí, ela cai na corrente sanguínea e chega ao fígado, onde se transforma em 25-hidroxicalciferol.


3-De lá, o 25-hidroxicalciferol vai para os rins, tornando-se finalmente a vitamina D ativa. O nutriente regulará a absorção de cálcio e fósforo no intestino e reterá esses minerais no sangue. Com isso, o corpo não precisa buscá-los nos ossos, poupando o esqueleto, que, ao contrário, com seus minerais roubados, ficaria fraquinho, fraquinho...



Fonte: Revista Saúde

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